quinta-feira, 21 de junho de 2012

Amêndoas e Lero-lero

Seus olhos, caminho, direçao!
Minhas amêndoas suaves, as mais
doces. Seu brilho deixa estar um sorriso
bobo em mim.
Me faz falta APRECIAR!
Sinto a vontade de estar na fila da frente,
como num show particular. Aplaudir as curvas,
o quente e frio, sua mão na minha.
Ter seu Ensaio de Cores só para mim
me causa uns pirimplimplins que não sei explicar. É foda!
Não aprendi a dar significado para as coisas, ainda.
Como criança que aponta, sabe o que é
mas não sabe dizer. Eu me perco fácil, esqueço
a rota quando não tenho meu guia - seus olhos.
Essa ausência de direção me leva até você,
todo o tempo. Meus pensamentos correm à procura
do meu bem, meu amor!
Mas, enquanto a saudade fica - ela sempre fica -
vou fazer meu lero-lero e tocar um violão!


CANTADA
Composição: Adriana Calcanhotto



quarta-feira, 13 de junho de 2012

VALENTINE'S DAY - 12 JUNHO

De antemão vou avisando que esta será uma
postagem bem pessoal,
afinal, hoje é Valentine's Day.
Nomes para que?! Citar o amor com todas as letras é bobagem,
meu eu não permite dizer aqui quem me faz feliz, sorrir,
até porque a menina dos meus olhos me lê!

Então, vamos falar de amor!?
Como é que se diz Eu Te Amo?!


Por mais que eu não saiba explanar todo o meu sentimento ele
vaza por entre os poros, é tanto que não me cabe. Desde o
primeiro sorriso, o frio na barriga e o medo de altura que tenho
a certeza de que é você!
Antes me sentia perdida, como que procurando um 'nada' para me preocupar.
E, após tantos tropeços, encontrei o meu motivo para viver, querer sonhar!
Desde então, meus dias só são DIAS quando tenho sua voz me trazendo
calma, mostrando que eu posso tudo se quiser! Desde então, eu consigo
mostrar-me nua sem o pudor do corpo, do gesto, das palavras.
Desde então - ainda - eu descobri o que é o VERDADEIRO AMOR! Sim,
ele existe!


"Vem aqui, mata meu desejo de te olhar, de te dar um beijo...é você
que me deixa assim, que me deixa afim.."
O mais plausível a fazer é dizer muito obrigada meu amor! Sou grata por ter me encontrado e querer partilhar comigo os seus dias, querer escrever comigo a história do Nós.





HAPPY VALENTINE'S DAY!

"Você dividiu comigo a sua história, e me ajudou a construir a minha. Hoje mais do que nunca somos dois, a nossa liberdade é o que nos prende!"
Te Amo <3

sexta-feira, 18 de maio de 2012

CINCO MESES |P|

Ouvindo: A Gente Chega Lá - Pedro Altério e Paulo Novaes.



Me arrepia o violão, a corda,
o aço, os pêlos.
O frio gostoso que toma conta é a consequencia
das lembranças de você.
Recordar a água, o cheiro, as paredes do banho..
hálito a embaçar, aquecer e fechas os olhos.
Da vontade nasce os momentos bons, os corpos se perdendo
na cama, no jeito, nos fios de cabelo. Certas coisas lembro de
súbito, de susto, e um sorriso se forma.
- AMOR -
Me acho em casa, em paz somente no teu abraço, nosso abraço,
aquele, lembra?!

"...a gente pode TUDO se quiser!"







quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Café e [ego]

Falar do próprio Ego me dá calor!
Tenho a leve impressão de que fico corada e quente, a queimar as bochechas.
Esses excessos de timidez me vêm ora quando vejo muita gente no mesmo espaço, na frequência dos dias, ora quando já comi três sonhos e peço mais um ao Seu João.

Dou meias voltas, me perco ao falar do [eu]. Que era afinal?

EGO, prossigo meu realejo!

Dia desses, por desilusão amorosa, resolvi trocar a ordem dos ponteiros. Percebi que seguir em sentido horário não há futuro, apenas retrocessos, como diz  minha mãe. Rasguei as cartas, apaguei textos em dispositivos móveis e expirei o peso na consciência!

É tão melhor, mais leve e macio não se preocupar com apenas um olhar se temos a diversidade aos milhares por aí. Larguei de mão!

Daria uns vinténs agora por um Café, um jornal e uma poltrona para afundar e esquecer das horas. Quiçá pensaria, não, não pensaria...isto me dá trabalho e causa-me dores no perfil. Vou mesmo viver ao avesso do que era, resolvido!

Não chorar mais por "amor"?! Não estar em segundo plano, não passar madrugadas a fio olhando as folhas na parede [breu]. Chega de Perder Vazio, de empobrecer. Deixo-me à margem dos devaneios que me embevecem a alma. Sem regras, no drama!

Meu Ego é aguçado, beijado e cresce ao passo em que recebo olhares nus de compromisso, sem mordaças, calor apenas! Vou ter agora com meus botões, trago café quando voltar!

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

A Rotina da Menina

A Rotina sou eu,
O brilho das horas
as noites na Aurora,
me engrandecendo o Ser!
Pelos toques quentes
d'outra pele macia,
ficam-me os flashes do mais perfeito
frenesi !
Nada rima com nada,
me entrego de graça, sou Beata
dos anjos duma Divindade Carnal.
Caio na rotina da menina que sou Eu!

sábado, 20 de novembro de 2010

O Vendedor de Sonhos

São Paulo, 3 de Novembro de 2009.

Vivemos em um hospício Global.
Este fato em nenhum momento deixa de ser verdade, e o Vendedor de Sonhos deixa transparecer-nos a realidade.
Prove-me que não é um hospício!?

O Vendedor de Sonhos é um livro que mostra todos os preconceitos de perto, as fraquezas e fortalezas do ser humano, seus vícios e suas virtudes. Lida diretamente com o egocentrismo e individualismo que habitam a psique humana.

Por que será que vivemos no conformismo assombroso e fétido!? Acreditamos nas crenças que nos são impostas, no divino intocável, sem ao menos criticar tamanha fé! Cremos também na boa vontade, nos risos falsos, na piada da existência...somos reais, afinal!?

Um homem que aparenta ser muito pobre, mal vestido, de poucos sonhos e sem moradia, vive com o objetivo de cultivar cada vez mais e mais sonhos. Mas na verdade, este homem não é pobre, pois sua riqueza está em seu espírito não no dinheiro que tem; suas vestes são a fé e o amor, não nenhuma roupa de grife; sua moradia é o MUNDO!

Qual é o motivo de vivermos alienados, de mentes fechadas?! Infelizmente não possuo tal resposta, nem ao menos sei como vim parar aqui, tampouco para onde vou. Sei (entrelinhas) que a culpa é do Sistema!

Um sistema que criou a moda do feio, a inteligência artificial, que oferece a doença para depois vender a cura, que enriquece o bolso de poucos e empobrece a maioria dos que lutam para o sustento familiar.

Somos alienados pois aceitamos padrões de beleza que o próprio sistema inventou. Somos alienados - ainda - pois aceitamos ficar em casa, frente à Tv, enquanto do outro lado da tela estão aqueles que nos roubam...aos pouquinhos. Primeiro se vai o nosso tempo, depois a vida e, por ultimo a ALMA! Entregamo-nos facilmente numa batalha que poucos enxergam: a vida!

A nossa doença é acreditar que os doentes são aqueles que sofrem fisicamente mas, acredito que o mal e a cura está na mente de cada um.

"Cada doença pertence a um doente. Cada doente tem uma mente. Cada mente é um Universo Infinito!"

A sociedade não pode ser silenciada. Os pensadores não podem ter suas ideias roubadas e caladas de forma insignificante. Aqueles que vendem sonhos não podem ser tarjados de loucos. Não posso ser chamada de feia porque sou 'gorda'. O que é gordo? E se uso óculos!?

Roupas de grife, carros importados, fortuna, intelectualidade, poder, beleza...Enfim, de que adianta ter riqueza material e ser pobre de espírito?
Com o dinheiro não se compra amor. Não se conquista o verdadeiro sorriso de uma criança, tampouco o amor de um filho.

Faço minhas as palavras do Vendedor de Sonhos, quando ele diz que não podemos colocar o mais importante de nossas vidas no rodapé de nossa história. Não podemos deixar o mais importante para trás!

(Denise)

sábado, 6 de novembro de 2010

Retrospectos

Pra lembrar dos nós e
De Nós que do avesso fomos
Refiz os passos da distância na Saudade.
Fervi o leite, a bocejar, pela manhã.
Passei o café e sentei-me ante ao balcão.
O gosto amargo me embevece a
menina dos olhos!

Sinto o peso de tais lembranças
à flor da pele...a doer os ossos.
Sobram-me os flashes das gotas no banho,
a àgua de cheiro, fios de cabelo e
o desgosto - que eu gosto - por aprender
um pouco, do MUITO que é Você!

Dobro os panos, lavo os copos e
guardo pela metade o leite - intacto.
E na rotina incansável de Retrospectos
me Deixo sã, a respirar.
Lembrando-me do Nós, refiz os passos da
distância na Saudade!